Page 37 - Telebrasil - Setembro/Outubro 1994
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CONEXÕES
0 B r i s a 7 9 4 f o i u m s u c e s s o
A Sociedade Brasileira para Inter- privativa convencional; e dá mais
conexões de Sistemas Abertos-
garantia de faixa passante que as
Brisa efetuou um encontro de
redes de pacotes.
três dias com especialistas e usuários Germano Nunez, da IBM, destacou O B risa ’94
em comunicação de dados que discuti o “chip" comutador ATM, com matriz fo i m arcado lilU
ram, em profundidade, as tendências de 16 por 16 portas, que podem ser p eto a lto
em redes abertas. C) evento que trans combinado, em série-paralelo, para nível dos
palestrantes
correu no auditório da Telesp, em São enviar informações da ordem de 25.6 , F\I)1 V 1
Paulo, foi patrocinado pela Embratel. o Gbit/s. Já se fala no uso da ATM em EM t
Nosso Banco, a Prodesp e a Unysis e 25 Mbit/s para uso em redes locais flEPKS \BFR1**
contou com palestras de representantes (LANs) e “ Broad Band NetWork PA R *
da AT&T. CPM, OTL, IBM, 3COM. Services-BBNS" que é o nome para a (OMl \K \C H*
Dl DVDO-S
Eurosoft, Telemig, NEC, Embratel. estrutura física e serviços de trans
Interchange. Telesp. Celepar, RNP, porte, acesso e controle de faixa »•'•o
Epusp. Serpro e da própria Brisa, todas
voltadas para interoperabilidade. 0CMBRArm, [ \isXs
Denis Gabos, da Brisa, registrou
que no mundo crescem as aplicações
que só são viáveis se sistemas de di ( o* ’*<i IANC0
versas origens puderem se comunicar. %
Anualmente, os maiores fabricantes da
indústria eletrônica participam do
Eurosinet. que já padroni/ou dezenas
de produtos e efetuou m ilhares de ( / . - / ) ) P a u lo
testes de interoperabilidade. Toledo (B risa),
Sér t \io
Joseph Seko, diretor da AT&T,
J e n ‘ ( S O A )
disse que o acesso do usuário a diver
e Teresa
sos serviços ainda se dá por redes se
('o rva lh o
paradas, como telefonia, teu* por cabo (/ Pt fSPi
ou rádio celular mas que estas con la n ça n d o li\ ro.
vergem para uma rede de faixa larga
com tecnologia ATM (asynchronous larga da IBM, ( ’amadas lógicas de sim ter mecanismos para fazer face a
transfer mode) correndo sobre libra comutação e adaptação estão sendo contingências e deu verdadeira aula
ópticas. Ele recomendou experiências- desenvolvidas para uma diversidade de sobre chaves digitais, privadas e públi
piloto com a nova tecnologia para aju tipos de acesso. cas. simétricas e assimétricas, da RS A
dar a transição de um arraigado ambi Laerte Pires, da 3COM, tratou das Inc. e da série X. 12 do CCITT
ente X.25 para outro de maior capaci redes “1 ast Ethernet** que utilizam a Muitas outras palestras, de alto
dade. técnica de acesso CSMA/CD (earner nível, foram proferidas no Brisa’94
Manoel Rodrigues Neto. da Oder sense mid li pie acccss/coUision detec como a de Mitsuo Shibata, da Telesp,
brecht Automação & ICs Ltda-OTl. lion), num esquema 100 Base T, sendo com uma superpanoramica sobre com
explicou que os 53 bytes das células hom ologado pelo IEEE. A “ Fast pressão digital ou as preocupações do
fixas ATM (.5 bytes paro endereça Ethernet“ e um meio de passar a velo coordenador da Rede Nacional de Pes
mento) aceitam quase todo meio de cidade de uma rede local de computa quisa. Eduardo Tadao Takahashi, da
transmissão e permitem caminhos vii dores de padrão Ethernet, de 10 para Unicamp, sobre a chegada do lado co
tuais. altas velocidades de informação, 100 Mbit/s, sem mudar a cabeação. mercial da rede Internet.
e canais lógicos para a prestação de O TMN (telecommunications man Ponto alto do Brisa*94 foi o lança
serviços. A baixas velocidades, porém, agement network) vai ser o conceito- mento do livro “Arquiteturas de Redes
o “overhead" do endereçamento ATM chave para o gerenciamento de redes dc Computadores OSI e TCP/IP",
pode ser grande Uma rede “backbone“ cujo segredo reside na base de infor uma obra-chave de quase 700 pgs,
ATM pode entupir devido ao excesso mação de gerenciamento, foi o que afir lançada em co-edição pela Brisa, Em
dc tráfego se roteadores, no cliente, mou Yoshiki Hotta, da NEC. Ele expli bratel, SGA e Makron Books. Houve a
náo puderem conter o excesso de cou que a Telebrás definiu que a partir participação de 17 pessoas na feitura do
dados enviados para a rede. de 1995 todos os equipamentos deverão livro, coordenados pela professora do
G “backbone" ATM é bom para estar aptos a se interligar ao TMN No Laboratório de redes da Epusp, Tereza
carrear o tráfego do serviço de ‘Trame Fórum TMN, em 1996. se definirá Cristina Melo de Brito Carvalho. O
re|ay" de redes locais tie com puta quem vai gerenciar o que e como. lançamento contou, dentre outros, com
óoies Este arranjo cria uma linha vir Luiz Alberto Villaça l eão, da Inter a presença de Paulo Toledo, diretor-
,ual privativa para os usuários da change, disse que segurança e autenti executivo da Brisa e de Sérgio Kouri
rcc,e; c mais flexível que uma linha cação é muito mais que criptografia e Jerez, gerente geral da SGA tJCF)